Ricardo e Karin de Aguiar – Cuidados com a Automedicação

Cuidados com a Automedicação

 A automedicação está cada vez mais presente no cotidiano da população, mas oferece risco se não houver informação.

Alguns critérios devem ser seguidos: só é indicada para situações que não requerem consultas médicas e sempre deve ser supervisionado e orientado pelo profissional farmacêutico.

Tem-se o hábito de ter em casa a famosa “farmacinha”, guardada em uma caixa vários medicamentos para as mais diversas finalidades, mas alguns cuidados como verificar a validade antes do uso; o local de armazenamento deve ser limpo, arejado, livre de luz e umidade e sempre na embalagem original para a conservação.

É interessante procurar o profissional farmacêutico para esclarecer o nome do medicamento, a finalidade e duração do tratamento, quando e como toma-lo, o que fazer se esquecer uma dose, quando há interações com álcool, quais efeitos colaterais e o que fazer se ocorrerem.

A cefaléia, famosa dor de cabeça, é uma das dores mais comuns entre outras. Nas opções de venda livre encontramos sempre associações com ácido acetilsalicílico, composto conhecido como Aspirina®, mas está em muitos outros medicamentos associados a outros compostos.

Há algumas precauções no seu uso, principalmente em doses mais altas.

 Não deve ser usado ou se for, com muita cautela em antecedentes de ulcera gastroduodenal ou hemorragias digestivas (incluindo doentes alcoólicos) e asma. E deve ser analisado o risco-benefício, mas tem contra-indicações absolutas: anemia, situações associados à retenção de líquidos, tais como função cardíaca comprometida ou hipertensão, gota, insuficiência renal ou hepática, gravidez, hemofilia, trombocitopenia.

Não se deve ingerir álcool durante o tratamento, pois aumenta a incidência e a gravidade de hemorragias gastrintestinais, sugerindo-se um intervalo de 8 a 10h entre estes.

Além disso, caso precise tomar antiácidos; deve-se aguardar pelo menos 1h.

 Karin de Aguiar – Farmacêutica-especialista em atenção farmacêutica

Ricardo de Aguiar

Dr. Eduardo Zampieri Montaldi – Cancer bucal

Câncer Bucal

O câncer no Brasil é um problema de saúde pública, encontra-se entre as duas primeiras causas de óbito na maioria das regiões do país. Seu perfil epidemiológico tem se alterado nos últimos anos projetando um aumento na taxa de mortalidade. Não existe câncer benigno, e sim câncer com maior ou menor grau de agressividade. Todo câncer á agressivo, destrutivo e para se saber o tipo do câncer é necessária biópsia e exame anatomopatológico, somente assim se tem o tipo histológico da neoplasia maligna, bem como seu grau de agressividade. O tipo histológico mais comum de câncer na boca é o carcinoma espinocelular (CEC), que representa entre 90% a 95% de todas as neoplasias malignas dessa região. A lesão do CEC é de origem epitelial, ou seja, do tecido que recobre as paredes da cavidade bucal (mucosas), portanto de fácil visualização. A lesão do CEC se apresenta como uma erosão ou úlcera, onde há perda de epitélio, a região fica avermelhada, esbranquiçada ou ambas as cores, que não desaparece em até 20 dias. A demora para o diagnóstico do câncer de boca dificulta o tratamento, deixando o prognóstico mais sombrio em função dos danos anatômicos e funcionais causados pela neoplasia maligna. Um grande progresso seria o diagnóstico precoce da neoplasia maligna de boca caso o público fosse educado no sentido de procurar o cirurgião dentista em intervalos razoavelmente freqüentes.

AUTO-EXAME: este exame deve tornar-se um hábito a ser realizado de três em três meses, principalmente no grupo de risco, que são pacientes com mais de 40 anos, tabagistas e etilistas, lembrando que o auto-exame não substitui o exame do cirurgião dentista.

O QUE PROCURAR? Feridas, casca de ferida nos lábios ou pele, aumentos, endurecimentos, caroços, bolinhas, inchaços, ínguas, alterações de cor, mancha escura, branca, vermelha, roxa ou marrom. Áreas doloridas, endurecidas, inchadas, sem sensibilidade, com formigamento ou sangramentos. Dentes quebrados, fraturados, com cárie, com mobilidade, tortos ou fora de posição.  Próteses mal adaptadas, machucando, desgastadas, antigas, sangue na saliva ou mau hálito. quando encontrar qualquer dessas alterações consulte um cirurgião dentista para melhor avaliação.

Dr. Eduardo Zampieri Moltaldi- Especialista em Periodontia (Gengiva)

Dra. Paula R. M. Melo – “Mente sã, corpo são”

DSC_21032Você já deve ter ouvido esta frase, não? Apesar de ter sido escrita no século I, continua atual e importante para refletirmos um pouco sobre nosso dia-a-dia. Você sabia que algumas dores ou desconfortos como, por exemplo: dores de cabeça, dores no pescoço e ombros e até falta de ar, podem ser provocados pela tensão emocional em que vivemos?

O corre-corre diário, as preocupações financeiras e com a família, muitas vezes geram um estado de estresse que pode se refletir em ansiedade, nervosismo e angústia. E se não tomarmos consciência desse processo, o resultado será sentido no nosso corpo, através dos mais diversos sintomas e doenças. Existem várias formas de cuidarmos para que isso não aconteça. Uma delas é recorrer à Acupuntura.

 

A Acupuntura é uma técnica milenar chinesa que visa a harmonia energética do organismo, através do uso de agulhas em pontos específicos do corpo. O estímulo desses pontos induz o próprio organismo a se curar (não são usados medicamentos). É quase indolor e os benefícios são grandes, dentre os quais destacamos: melhora da qualidade do sono, relaxamento corporal, redução dos níveis de estresse, ansiedade e alívio de dores.

A Acupuntura previne que o organismo adoeça! E trata, quando já existe um desequilíbrio instalado.

Prevenir é o melhor remédio! Pense nisso.

Dra. Paula R. M. Melo

Fisioterapeuta e Acupunturista

Dr. Humberto Rezende Neto – Diabetes X Odontologia

DIABETES X ODONTOLOGIA

        Como já é de consciência da maioria dos cidadãos de nossa comunidade, temos um número altíssimo e crescente de diabéticos em nossa população. Dado a predisposição genética da doença. Obedecendo a característica de a reação orgânica ser totalmente diferente em cada um (tolerância individual a doença). Em nível de tratamento odontológico, o sinal amarelo estará sempre ligado, devido às reações também serem sempre individuais.

       Como se vê a hiperglicemia interfere no tratamento odontológico, pois, o descontrole na coagulação sanguínea, cicatrização lenta, perda óssea alveolar, bacteremia em bolsas periodontais, agrava e muito o prognóstico do tratamento, exigindo assim o caráter multidisciplinar do atendimento ao doente (médico + dentista). Visando sempre a segurança do paciente e consecutivamente o sucesso profissional.  Como o tema é muito extenso e o espaço é pequeno discutiremos mais em novas oportunidades.

 Dr. Humberto Rezende Neto

Especialista em Ortopedia Facial e Ortodontia.   Atualização em prótese no IPENS de Lavras. Curso de Dor Orofacial Internacional em BH. Curso Internacional em Ortodontia na Universidade de Taubaté. Curso endodontia: UNIFAL – Alfenas. Curso Caserterapia: UNIFENAS – Alfenas. Curso PPR: USP – São Paulo. Curso de Cirurgia Ortoguinactica: ABO – Alfenas.