Baluarte das Gerais

Jacuí, berço de todo o Sudoeste Mineiro, nasceu como pequeno povoado de garimpeiros do Bandeirante Pedro Franco Quaresma, no ano de 1718.
Com uma riquíssima história desde o Brasil Império, a Jacuí de hoje soube preservar algumas das mais importantes construções e marcos daquela época.
A atual “Casa da Cultura” antigo fórum e cadeia pública, é uma construção do século XVIII, restaurada com esmero e preservada nos mínimos detalhes e hoje, abriga a manifestação cultural de seu povo, além de um rico e variado artesanato que encanta a todos os visitantes.

Um belo jardim construído aos moldes do século 18, guarda uma relíquia história: a “Árvore da Forca”, local das execuções das sentenças judiciais, da Comarca de Jacuí, que naquela época já havia recebido o título de Cabeça de Julgado, da Província de Minas Gerais. Este monumento conserva a árvore da espécie do Sassafrás, que possui mais de 400 anos, e os visitantes podes conhecer um pouco da história à sombra de suas copas!

O casario que forma o Patrimônio Histórico, conserva todos os traços das construções de três séculos, formando um conjunto harmonioso que encanta os turistas e embeleza a cidade em seu perímetro urbano.
Jacuí rural apresenta uma exuberante natureza, e conserva boa parte de Mata Atlântica, Cerrado, além de lindas Cachoeiras e Chapadões, ideais para a prática de esportes radicais e o delicioso contato com o campo. Aliás este contato não restringe somente aos passeios…ele é real em todas as antigas Fazendas Cafeeiras, que recebem os visitantes nos mesmos horários da “lida” diária. O turista tem a oportunidade de acompanhar o plantio, a formação das lavouras, a colheita, a seca e moagem do café.
Nos retiros de leite, o visitante acompanha a ordenha, podendo até arriscar os seus dotes de “retireiro”, e saborear o delicioso leite integral, ordenhado por ele mesmo.
São inúmeras propriedades que fazem parte do roteiro de visitação, sempre prontas à receber e hospedar o turista.
Nas fazendas de criação de Gado, o visitante tem oportunidade de acompanhar o manejo e o trato das criações, sentindo-se um verdadeiro “vaqueiro”, ao acompanhar a lida dos caboclos.
Índios, brancos e negros, a origem de nosso povo, estão presentes em cada detalhe, em cada prato típico, nas danças, na arquitetura, no artesanato…enfim, em toda a manifestação cultural tão latente em Jacuí.