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DEUS EXISTE ?

Um homem foi ao barbeiro para cortar o cabelo como ele sempre fazia. Ele começou a conversar com o barbeiro e conversaram sobre vários assuntos. Conversa vai, conversa vem e começaram a falar sobre Deus… O barbeiro disse:

- “Eu não acredito que Deus exista como você diz”.
- “Por que você diz isto?” – o cliente perguntou.
- Bem, é muito simples. Você só precisa sair na rua para ver que Deus não existe. Se Deus existisse, você acha que existiriam tantas pessoas doentes? Existiriam crianças abandonadas? Se Deus existisse, não haveria dor ou sofrimento. Eu não consigo imaginar um Deus que permite todas essas coisas”.

O cliente pensou por um momento, mas ele não quis dar uma resposta para prevenir uma discussão. O barbeiro terminou o trabalho e o cliente saiu.

Neste momento, ele viu um homem na rua com barba e cabelos longos. Parecia que já fazia um bom tempo que ele não cortava o cabelo ou fazia a barba e ele parecia sujo e arrepiado.

Então o cliente voltou para a barbearia e disse ao barbeiro:
- “Sabe de uma coisa? Barbeiros não existem”.
- “Como assim eles não existem?” – perguntou o barbeiro.
- “Eu estou aqui e eu sou um barbeiro”.
- “Não!” – o cliente exclamou. “Eles não existem, porque se eles existissem não existiriam pessoas com barba e cabelos longos como aquele homem que está andando ali na rua”.
“Ah, mas barbeiros existem, o que acontece é que as pessoas não me procuram, e isso é uma opção delas”.
- “Exatamente!” – afirmou o cliente.
“É justamente isso, Deus existe, o que acontece é que as pessoas não o procuram, pois é uma opção delas, e é por isso que há tanta dor e sofrimento no mundo”.

AMIGO NÃO TEM DEFEITO

O dono de uma loja estava colocando um anúncio na porta: “Cachorrinhos à venda”. Esse tipo de anúncio sempre atrai as crianças, e logo um menininho apareceu na loja perguntando: Qual o preço dos cachorrinhos? O dono respondeu:

- Entre R$ 30,00 e R$ 50,00. O menininho colocou a mão em seu bolso e tirou umas moedas:

- Só tenho R$2,37. Posso vê-los?

O homem sorriu e assobiou. De trás da loja saiu umacadela correndo seguida por cinco cachorrinhos. Um dos cachorrinhos estava ficando consideravelmente para trás.

O menininho imediatamente apontou o cachorrinho que estava mancando.

- O que aconteceu com esse cachorrinho??? perguntou.

O homem lhe explicou que quando o cachorrinho nasceu, o veterinário lhe disse que tinha uma perna defeituosa e que andaria mancando pelo resto de sua vida. O menininho se emocionou e exclamou:

- Pois esse é o cachorrinho que eu quero comprar!

E o homem respondeu:

- Não, filho, você não vai comprar esse cachorro.Se você realmente o quer, eu te dou de presente. Para mim, ele não vale nada.

O menininho não gostou, e olhando direto nos olhos do homem, disse:

- Eu não quero que você me dê o cachorrinho de presente. Ele vale tanto quanto os outros, e eu  pagarei o preço completo. Agora vou lhe dar meus R$ 2,37 e a cada mês trarei R$0,50 até que o tenha pago por completo.  O homem respondeu:

- Eu não acredito que você quer de verdade comprar esse cachorrinho, filho. Ele nunca será capaz de correr,saltar e brincar como os outros.  O menininho se agachou e  levantou a barra de sua calça para mostrar sua perna esquerda, cruelmente retorcida e inutilizada, suportada por um aparato de metal. Olhou de novo ao homem e lhe disse:

- Bom, eu também não posso correr muito bem, e o cachorrinho vai precisar de alguém que o entenda.

O homem, envergonhado, não conteve as lágrimas. Em seguida, sorriu e disse:

- Filho, só espero que cada um destes outros  cachorrinhos tenha um dono como você.

Moral: Na vida não importa como somos, mas que alguém nos aprecie pelo que somos, e nos aceite e nos ame incondicionalmente. Um verdadeiro amigo é aquele que chega quando o     resto do mundo já foi embora.

Amigo não tem defeito.


O MENINO QUE QUERIA SER UMA TELEVISÃO

Uma professora do ensino básico pediu aos alunos que fizessem uma redação sobre o que gostariam que Deus fizesse por eles.
Ao fim da tarde, quando corrigia as redações, leu uma que a deixou muito emocionada.

O marido, que, nesse momento, acabava de entrar, viu-a a chorar e perguntou:
- O que é que aconteceu?
Ela respondeu:
- Lê isto. Era a redação de um aluno.
*’Senhor, esta noite peço-te algo especial: transforma-me num televisor.  Quero ocupar o lugar dele. Viver como vive a TV da minha
casa. Ter um lugar especial para mim, e reunir a minha família à volta… Ser levado a sério quando falo… Quero ser o centro das
atenções e ser escutado sem interrupções nem perguntas. Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona. E ter a companhia do meu pai quando ele chega em casa, mesmo quando está cansado. E que a minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de me ignorar. E ainda, que os meus irmãos lutem e se batam para estar comigo.. Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo. E, por fim, faz com que eu possa diverti-los a todos.
Senhor, não te peço muito…Só quero viver o que vive qualquer televisor.’*

Naquele momento, o marido de Ana Maria disse:
- Meu Deus, coitado desse garoto! Que pais!

E ela olhou-o e respondeu:- Essa redação é do nosso filho!


O VALOR DA HORA

Um menino com voz tímida e os olhos de admiração, pergunta ao pai quando este retorna do trabalho:
- Pai, quanto o Sr. ganha por hora?

O pai num gesto severo responde:
- Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe. Não amole, estou cansado!
Mas o filho insiste:
- Mas papai, por favor, diga quanto o Sr. ganha por hora.

A reação do pai foi menos severa e respondeu:
- Três reais por hora.
- Então papai, o Sr. poderia me emprestar um real?

O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade respondeu:
- Então era essa a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais, menino aproveitador!

Já era noite quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez quem sabe o filho precisasse comprar algo.

Querendo descarregar sua consciência doída, foi até o quarto do filho e em voz baixa, perguntou:
- Filho, você está dormindo?
- Não papai – respondeu sonolento o menino.
- Olha, aqui está o dinheiro que você me pediu. Um real.
- Muito obrigado papai! – Disse o filho, levantando-se e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama.
- Agora já completei, papai! Tenho três reais. Poderia me vender uma hora do seu tempo?


DOCE COMO O AÇÚCAR

Um certo dia um homem foi em uma escola falar de DEUS.

Chegando lá perguntou se as crianças conheciam a Deus, e elas
responderam que sim.

Continuou a perguntar e elas disseram que Deus é o nosso pai, que ele fez o mar, a terra e tudo que está nela, que nos fez como filhos Dele, etc.

E o homem se impressionou com a resposta dos alunos e foi mais longe: “Como vocês sabem que Deus existe,
se nunca ninguém O viu?”

A sala ficou toda em silêncio, mas Pedro, um menino muito tímido, levantou as mãozinhas e disse: “A minha mãe me disse que Deus é como o açúcar no meu café com leite que ela faz
todas as manhãs.

Eu não vejo o açúcar que está dentro da caneca no meio do café com leite, mas se não colocá-lo , fica sem sabor.

Deus existe, e está sempre no meio de nós, só que não O vemos; mas se Ele sair de perto, nossa vida fica sem sabor…”

O homem sorriu e disse: “Muito bem Pedro, eu agora sei que Deus é o nosso açúcar e que está todos os dias adoçando a nossa vida…” Deu a bênção e foi embora da escola surpreso com a resposta daquela criança.

Deus quer tornar a nossa vida muito abençoada, mas para que isso aconteça é necessário deixarmos que Deus faça milagres e uma grande transformação em nosso coração. Pense nisso, hoje não esqueça de colocar “AÇÚCAR” em sua vida!


O CHEIRO DE DEUS

Ainda meio grogue por causa da cirurgia, seu marido David segurava sua mão, esperavam pelas últimas notícias. Naquela tarde de 10 de março de 1991, complicações tinham forçado Diana, com apenas 24 semanas de gravidez, a sofrer uma cesariana de emergência, trazendo ao casal a nova filha, Danae.

Com apenas 31 centímetros e pesando só 711 gramas, eles sabiam que ela era perigosamente prematura. As palavras do médico caíram como bombas,
- Eu não acredito que ela sobreviverá. Disse ele, tão bondosamente quanto ele podia. – Há apenas 10 por cento de chances dela passar por esta noite, e mesmo então, se por alguma remota possibilidade ela sobreviver, seu futuro pode ser muito cruel.

Entorpecidos e incrédulos, David e Diana escutaram o médico descrever os problemas que Danae enfrentaria se sobrevivesse. Ela nunca andaria, ela nunca falaria, ela provavelmente seria cega, e certamente estaria entre a paralisia cerebral e o total retardamento mental.
- Não! Não! Foi tudo o que Diana pode dizer.

Ela e David, com seu filho Dustin de 5 anos, muito sonharam com o dia em que teriam uma filha. Agora, em questão de horas, o sonho se perdia.
Durante a madrugada, enquanto Danae agarrava-se ao tênue fio de vida, Diana, entre um sono e outro, via crescer a idéia de que sua minúscula filha viveria e viveria para ser uma menina feliz e saudável.

Mas David, plenamente acordado, sabia que deveria confrontar sua esposa com o inevitável. David então disse que precisavam conversar sobre o enterro.

Diana disse,
- Não, eu não quero escutar o que os médicos dizem; Danae não morrerá! Um dia ela estará bem e voltará para casa conosco!

Como que levada pela determinação de Diana, Danae agarrou-se a vida, hora após hora, com a ajuda de todas as máquinas e maravilhas que seu corpo em miniatura podia suportar.

Por ter o sistema nervoso subdesenvolvido, o mais leve beijo ou carícia só intensificavam o incômodo de Danae. Então não podiam sequer levantá-la do berço para oferecer a força de seu amor. Tudo o que podiam fazer, era orar pedindo à Deus que ficasse bem pertinho de sua menininha preciosa.

Com o passar das semanas, Danae ganhou um pouco de peso e força. Quando completou dois meses, seus pais puderam dar-lhe o primeiro abraço. E dois meses mais tarde, embora médicos continuassem a advertir que suas possibilidades de sobrevivência eram remotas, Danae foi para casa, assim como sua mãe tinha predito.

Hoje, Danae é uma pequenina menina, mas exuberante com resplandecentes olhos acinzentados e um insaciável entusiasmo pela vida. Ela não mostra nenhum sinal de qualquer dano mental ou físico. Simplesmente, é tudo o que uma menininha pode ser.

Numa quente tarde do verão de 1996, Danae estava sentada nas arquibancadas de um estádio, assistindo ao jogo do time de Dustin, seu irmão. Como sempre, Danae tagarelava sem pausa com sua mãe e com os outros adultos sentados por perto, quando, de repente, ela se deixou cair silenciosa. Abraçada e com a cabeça encostada ao peito da mãe, Danae perguntou,
- Está sentindo este aroma?

Cheirando o ar e detectando a aproximação de um temporal, Diana respondeu,
- Sim, cheiro de chuva.
Danae fechou os olhos e novamente perguntou,
- Você está sentindo este cheiro?
Mais uma vez, sua mãe respondeu,
- Sim, acho que vamos nos molhar, é cheiro de chuva.

Danae sacudiu a cabeça, e falou bem alto,
- Não, é o cheiro Dele. É o cheiro de Deus que eu sinto quando coloco a cabeça em Seu peito.
Lágrimas molharam os olhos de Diana enquanto Danae alegremente pulou para baixo e foi brincar com as outras crianças.

Antes das chuvas chegarem, as palavras de sua filha confirmaram o que Diana e toda a família já sabia, pelo menos em seus corações, desde o início. Durante aqueles longos dias e noites de seus primeiros meses de vida, quando seus nervos eram por demais sensíveis para que pudessem tocá-la, Deus segurava Danae contra Seu peito e é Seu perfume de amor que ela se lembra tão bem.

Que voce sinta sempre o cheiro de Deus por perto…
enquanto andas pelo seu caminho nessa vida.

PORCO ESPINHO

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo esta situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente.

Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos,  justamente os que forneciam calor.
E, por isso, tornavam a se afastar uns dos outros.
Voltaram a morrer congelados e precisavam fazer uma escolha:

Desapareceriam da face da Terra ou aceitavam os espinhos do semelhante.
Com sabedoria, decidiram voltar e ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.

Sobreviveram!

O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aceita os defeitos do outro, e consegue perdão pelos próprios defeitos.

Para os erros, o perdão!
Para os fracassos, uma nova chance!
Para os sonhos amorosos, a certeza do amor!

A lei da mente é implacável.
O que você pensa, você cria
O que você sente, você atrai;
O que você acredita, torna-se realidade.


QUEM CRIOU TUDO?

Alemanha – Inicio do século 20
Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta:
“Deus criou tudo o que existe?”
Um aluno respondeu com grande certeza:
-Sim, Ele criou!
-Deus criou tudo?
Perguntou novamente o professor.
-Sim senhor, respondeu o jovem.
O professor indagou:
-Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?
O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era uma perda de tempo.
Outro estudante levantou a mão e disse:
-Posso fazer uma pergunta, professor?
-Lógico, foi a resposta do professor.
O jovem ficou de pé e perguntou:
-Professor, o frio existe?
-Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?
Com uma certa imponência rapaz respondeu: De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é suscetível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor. E, existe a escuridão? Continuou o estudante. O professor respondeu temendo a continuação do estudante: Existe! O estudante respondeu: Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz. A luz pode-se estudar, a escuridão não! Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas. A escuridão não! Continuou: Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz. Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?! Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente. Finalmente, o jovem perguntou ao professor: Senhor, o mal existe? Certo de que para esta questão o aluno não teria explicação, professor respondeu: Claro que sim! Lógico que existe. Como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal!

Com um sorriso no rosto o estudante respondeu:O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz. Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça permanecendo calado… Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome? E ele respondeu: , senhor!

*UMA NOTÍCIA QUE ESTÁ ABALANDO O EGITO! Fé!*

Depois do haitiano que ficou 27 dias nos escombros e disse que uma
pessoa lhe deu água, veja a notícia interessante que vem ao nosso
conhecimento.

*UMA NOTÍCIA QUE ESTÁ ABALANDO O EGITO.

* Um muçulmano egípcio matou sua esposa porque ela estava lendo a Bíblia e
então a enterrou com seu bebê nascido há poucos dias e uma filha de 8
anos de idade.
As crianças foram enterradas vivas! Ele então disse à polícia que um
tio havia matado as crianças. Quinze dias mais tarde, outra pessoa da
família morreu.
* Quando foram enterrá-la*, encontraram as duas crianças sob a areia ? E
*VIVAS!
* O país ficou em choque e o homem será executado.. Perguntaram à menina
de 8 anos como ela havia conseguido sobreviver por tanto tempo e ela disse:
“Um homem que usava roupas brilhantes e com feridas que sangravam em suas
mãos, vinha todos os dias para nos alimentar. Ele sempre acordava minha mãe
para dar de mamar à minha irmã”.
Ela foi entrevistada no Egito numa TV nacional por uma
mulher jornalista que tinha o rosto coberto. Ela disse na TV pública,
‘Foi Jesus quem veio cuidar de nós, p orque ninguém mais faz coisas como
essas!’
Os muçulmanos acreditam que Isa (Jesus) aparecerá para
fazer coisas desse tipo, mas as feridas em Suas mãos dão provas de que
*Ele* realmente foi crucificado e que Ele está vivo!
Também ficou claro que a criança não seria capaz de
inventar essa história e não seria possível que essas crianças vivessem sem
um milagre verdadeiro.
Os líderes muçulmanos terão muita dificuldade em lidar
com essa situação e a popularidade do filme ‘Paixão de Cristo’ não os
ajuda!
Como o Egipto está bem no centro da media e da educação
do Oriente Médio, você pode ter a certeza de que essa história vai se
espalhar rapidamente.
*Jesus Cristo ainda está deixando o mundo de pernas pro ar!**
* Por favor espalhe esta história por todos os lugares. ‘O
Senhor diz, ‘Abençoarei a pessoa que colocar Sua confiança em mim”
(Jeremias 17).
Jesus disse:
“se me negas entre os homens, te negarei diante do pai”

De que adianta um homem ganhar o mundo
inteiro, se perde a sua alma?

(Lucas 9:25)

A PROCURA DA MULHER PERFEITA

Um homem saiu pelo mundo à procura da mulher perfeita. Depois de dez anos de busca, voltou a aldeia e cruzou um amigo que perguntou:

- Encontrou a mulher perfeita em suas andanças?

- ele respondeu:

- Ao sul, encontrei uma mulher linda.  Seus olhos pareciam esmeraldas, seus cabelos cor da graúna, seu corpo lindo como uma deusa.

O amigo, entusiasmado, diz:

- Onde está sua esposa?

- Infelizmente, ela não era perfeita, porque era pobre…

Fui para o norte e encontrei uma mulher que era a mais rica da região.

O amigo:
- E aí? Casou com ela?

O homem:

- Não. O problema é que nunca vi criatura mais feia em toda a minha vida…

Mas, felizmente, no sudeste, encontrei uma mulher perfeita… Era linda de ofuscar os olhos e ainda por cima tinha dinheiro, contou o homem.

- Então, você se casou com ela, não é, amigo?

Eu não era o homem perfeito para ela…

CARTA DE UMA CRIANÇA QUE NÃO NASCEU…

Ontem foi meu aniversário… Eu iria completar um mês de vida.
Pensei que você, Mamãe, fosse me dar uma festinha, como todas as mães.

Pensei que você, Mamãe, fosse dar ao Papai o beijo que gostaria de dar em mim… Porém, a festinha não foi alegre como eu esperava…
De fato, você foi à farmácia e comprou o meu presente. Pena que este presente tenha causado a minha morte e você não chorou nem um pouquinho. Por que?

Porque logo no dia do meu aniversário, pensei que você fosse ficar feliz com a minha chegada, mas você mamãe, não me deixou caminhar nem a metade: você barrou o meu caminho.

Eu sabia, sim, que durante uns meses eu iria estragar a sua elegância, eu seria um peso para a senhora, porém, eu havia prometido a mim mesmo que ficaria bem apertadinho para não prejudicar.

Eu deixaria para crescer depois que nascesse para o mundo.
Por que me tiraste a vida?

Eu sabia que em seu ventre a escuridão seria grande. Todavia, a luz que veria depois seria o bastante.

Eu iria conhecer o brilho do sol e das estrelas e, principalmente, conhecer Você e Papai.

E também teria que ficar muda durante nove meses, entretanto, iria lhe contar toda a minha felicidade de ter você como mãe.

Eu iria conversar muito com você quando estivesse triste, faria tudo para brotar em seus lábios um sorriso e quando estivesse alegre, faria tudo para que essa alegria durasse.

Sabe, eu planejei tanta coisa, mamãe… Queria crescer bastante e, depois de jovem, lutar com todas as minhas forças para que a guerra e o ódio acabassem e reinassem a paz no mundo.

Sim, eu queria tanta coisa, mas você não sentiu isto… VOCÊ ME ASSASSINOU!

Queria crescer, plantar no chão de minha existência, muitas rosas que o perfume inebriassem os homens e os deixassem incapazes de fabricarem máquinas que matam outros homens.

Engraçado…  Eu pensei que os pais amassem seus filhos a ponto de lhes dar a própria vida. Você não me deixou viver nem a vida que eu mal começara.

Olhe, este era o meu plano quando estava em seu ventre, mamãe. Hoje não posso planejar nada, pois faço parte do mundo daqueles que nunca sentirão o perfume das rosas e nem chorarão a dor da morte.

Espero que você ao menos tenha se arrependido para que isto não aconteça com meus irmãozinhos que estão para vir.

Tchau… Mamãe… Eu lhe perdôo, apesar de tudo…

A TESE DO DOUTORADO DO COELHO

Num dia lindo e ensolarado o coelho saiu de sua toca, com o “notebook” e pôs-se a trabalhar, bem concentrado. Pouco depois passou por ali uma raposa, e viu aquele suculento coelhinho tão distraído, que chegou a salivar. No entanto, ela ficou intrigada com a atividade do coelho e aproximou-se, curiosa:

-Coelhinho, o que você está fazendo aí, tão concentrado?
-Estou redigindo a minha tese de doutorado – disse o coelho, sem tirar os olhos do trabalho.
-Hummmm… e qual é o tema da sua tese?
Ah, é uma teoria provando que os coelhos são os verdadeiros predadores naturais das raposas. A raposa ficou indignada:
-Ora!!! Isso é ridículo!!! Nós é que somos os predadores dos coelhos!

-Absolutamente! Venha comigo à minha toca que eu te mostro minha prova experimental.
O coelho e a raposa entram na toca. Poucos instantes depois ouvem-se alguns ruídos indecifráveis, alguns poucos grunhidos e depois… silêncio. Em seguida, o coelho volta, sozinho, e mais uma vez retoma aos trabalhos de sua tese, como se nada tivesse acontecido. Meia hora depois passa um lobo. Ao ver o apetitoso coelhinho tão distraído, agradece mentalmente à cadeia alimentar por estar com o seu jantar garantido. No entanto, o lobo também acha muito curioso um coelho trabalhando naquela concentração toda e resolve então saber do que se trata aquilo tudo, antes de devorar o coelhinho:

-Olá, jovem coelhinho. O que o faz trabalhar tão arduamente?

- Minha tese de doutorado, seu lobo. É uma teoria que venho desenvolvendo há algum tempo e que prova que nós, coelhos, somos os grandes predadores naturais de vários animais carnívoros, inclusive dos lobos.

O lobo não se conteve com a petulância do coelho:

-Ah! Ah! Ah! Ah! Coelhinho! Apetitoso coelhinho!

Isto é um despropósito. Nós, os lobos, é que somos os genuínos predadores naturais dos coelhos. Aliás, chega de conversa…

-Desculpe-me, mas se você quiser eu posso apresentar a minha prova experimental. Você gostaria de acompanhar-me a minha toca? O lobo não consegue
acreditar na sua boa sorte. Ambos desaparecem toca adentro. Alguns instantes depois ouvem-se uivos desesperados, ruídos de mastigação e… silêncio.

Mais uma vez o coelho retorna sozinho, impassível e volta ao trabalho de redação da sua tese, como se nada tivesse acontecido. Dentro da toca do coelho vê-se uma enorme pilha de ossos ensangüentados e pelancas de diversas ex-raposas e, ao lado desta, outra pilha ainda maior de ossos e restos mortais daquilo que um dia foram lobos. Ao centro das duas pilhas de ossos, um enorme LEÃO, satisfeito, bem alimentado, palitando os dentes.

MORAL DA HISTÓRIA

1.Não importa quão absurdo seja o tema de sua tese;
2.Não importa se você não tem o mínimo fundamento científico;
3.Não importa se os seus experimentos nunca cheguem a provar sua teoria;
4.Não importa nem mesmo se suas ideias vão contra o mais óbvio dos conceitos lógicos;
5.O que importa é QUEM ESTÁ APOIANDO SUA TESE.


A ÁRVORE DOS PROBLEMAS

Eu tinha contratado um carpinteiro para ajudar-me a consertar um armário. O dia dele não tinha sido nada fácil: trabalhou duro, sua máquina de cortar madeira estragou, ele perdeu uma hora de trabalho e, na hora de sair, seu velho caminhão se negava a arrancar.

Levei-o para casa. Ele estava sentado ao meu lado. Não falou nada. Quando chegamos, convidou-me para conhecer sua família. Caminhando até a porta, ele parou um momentinho diante de uma pequena árvore e tocou-a, com suas mãos nas pontas dos galhos.

Quando se abriu a porta, aconteceu a transformação: a cara dele estava bem iluminada por um grande sorriso. Abraçou o filho e deu um beijo em sua esposa.

Mais tarde ele me acompanhou até o carro. Quando passamos perto da árvore, fiquei curioso e lhe perguntei sobre o que tinha observado antes:

- Oh, esta é a minha árvore de problemas, respondeu ele. Sei que não tenho como evitar problemas no trabalho, mas de uma coisa eu sei: eles não pertence à minha casa nem à minha esposa, nem aos meus filhos Por isso, eu simplesmente os penduro na árvore quando chego em casa de noite. Na manhã seguinte, eu os recolho de novo.

Continuou ele falando:

- O engraçado é, disse ele sorrindo, que, quando saio de manhã para recolhe-los, nunca há tantos problemas como me lembro de ter colocado na noite anterior….

QUAL É O GOSTO?

Um velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.

- “Qual é o gosto?” perguntou o Mestre.
- “Ruim” disse o aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:

- “Beba um pouco dessa água”. Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
- “Qual é o gosto?”
- “Bom!” disse o rapaz.
- “Você sente gosto do sal?” perguntou o Mestre
- “Não” disse o jovem.

O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:
- “A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende aonde a colocamos. Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixe de ser um copo…Torne-se um lago!”

A CANOA

Em um largo rio, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para outro.

Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora.

Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:

Companheiro, você entende de leis?

Não,  Responde o barqueiro.

E o advogado compadecido:

É pena, você perdeu metade da vida!

A professora muito social entra na conversa:

Seu barqueiro sabe ler e escrever?

Também não, Responde o remador.

Que pena! Condoi-se a mestra!

Você perdeu metade da vida!

Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco.

O canoeiro preocupado, pergunta:

Vocês sabem nadar?

Não! Respondem eles rapidamente.

Então é uma pena, Concluiu o barqueiro

Vocês perderam toda a sua vida!

QUEBRE O VIDRO

Dino era um menino cuja família era extremamente pobre.
Nas festividades do Natal ele não ganhou nenhum presente, mas costumava olhar nas vitrines das lojas tudo aquilo que outros meninos de sua idade costumavam receber e isso lhe trazia grande excitação.
Logo no início do ano ele foi atropelado por um carro e levado a um hospital.
Uma das enfermeiras, levou-lhe alguns brinquedos para que ficasse um pouco mais alegre. Ao tocá-los, com grande regozijo ele exclamou: “Não existe nenhum vidro entre mim e os brinquedos!”
Muitas vezes não podemos tomar posse de tantas bênçãos que Deus tem nos oferecido porque ainda existe um vidro de separação entre nós e o Senhor.
Esse vidro pode ser motivado por rebeldia, desobediência, indiferença às coisas celestiais, etc. É o vidro do pecado.
Quando deixamos que nossos interesses pessoais, o desamor, a cobiça, a avareza e tantos outras atitudes pequenas tomem lugar em nosso coração, acabamos construindo um vidro que não permite que cheguemos à presença de Deus, mas ao abrir mão de tudo isso em favor do amor, da fé, da esperança e certeza de que apenas em Cristo podemos alcançar a verdadeira felicidade, então todos os vidros são quebrados e a nossa ligação com o Pai se torna real e verdadeira.

Se ainda existe um vidro separando você do Senhor Jesus, quebre-o agora e deixe o Senhor ocupar o lugar que lhe pertence!

AS DUAS JÓIAS

Narra antiga lenda árabe, que um rabino, religioso dedicado, vivia muito feliz com sua família.

Esposa admirável e dois filhos queridos.

Certa vez, por imperativos da religião, o rabino empreendeu longa viagem ausentando-se do lar por vários dias.

No período em que estava ausente, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados.

A mãezinha sentiu o coração dilacerado de dor. No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura.

Todavia, uma preocupação lhe vinha a mente: como dar ao esposo a triste notícia?

Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha tristeza.

Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio para resolver a difícil questão. Alguns dias depois, num final de tarde, o rabino retornou ao lar.

Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos…

Ela pediu para que não se preocupasse. Que tomasse o seu banho, e logo depois ela lhe falaria dos moços.

Alguns minutos depois estavam ambos sentados a mesa. Ela lhe perguntou sobre a viagem, e logo ele perguntou novamente pelos filhos.

A esposa, numa atitude um tanto embaraçada, respondeu ao marido:

- Deixe os filhos; primeiro quero que me ajude a resolver um problema que considero grave.

O marido, já um pouco preocupado perguntou:

- O que aconteceu? Notei você abatida! Fale! Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus.

- Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que as guardasse. São jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo! O problema é esse! Ele vem buscá-la e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?

- Ora mulher! Não estou entendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades!…Por que isso agora?

- É que nunca havia visto jóias assim! São maravilhosas!

- Podem até ser, mas não lhes pertence! Terá que devolvê-las.

- Mas eu não consigo aceitar a idéia de perdê-las!

E o rabino respondeu com firmeza: ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo!

- Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo.

- Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito. As jóias preciosas eram nossos filhos.

- Deus os confiou a nossa guarda, e durante a sua viagem veio buscá-las. Eles se foram…

O rabino compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos derramaram muitas lágrimas.

O FERREIRO

Havia um ferreiro que , após uma vida de excessos, resolveu consagrar sua vida a Deus.
Durante muitos anos trabalhou com afinco, praticou a caridade, mas, apesar de toda sua dedicação nada parecia dar certo na sua vida.
Muito pelo contrário.
Seus problemas e dívidas acumulavam-se cada vez mais.

Uma bela tarde, um amigo que o visitara, e que se compadecia de sua situação difícil, comentou:
- É realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus, sua vida começou a piorar.

Eu não desejo enfraquecer sua fé,
mas apesar de toda sua crença no mundo espiritual,
nada tem melhorado.

O ferreiro não respondeu imediatamente. Ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida. Entretanto, como não queria deixar o amigo sem resposta, encontrou uma explicação.

Eis que o ferreiro disse: – Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espadas. Você sabe como isto é feito?
- Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor absurdo, até que fique vermelha.

Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça adquira a forma desejada.
- Logo, ela é mergulhada num balde de água fria e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor.
-Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita;
-Uma vez apenas não é suficiente.

O ferreiro deu uma longa pausa, pensou e continuou. – As vezes, o aço que chega até minhas mãos não consegue aguentar esse tratamento.

O calor, as marteladas e a água fria terminam por enchê-lo de rachaduras.
E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada.
Então, eu simplesmente o coloco num monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria.

Mais uma pausa e o ferreiro concluiu:
- Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições.

Tenho aceito as marteladas que a vida me dá, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço.

Mas a única coisa que peço é:
Meu Deus, não desista, até que consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim.
Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser, mas jamais me coloque no monte de ferro-velho das almas.
Deus quer fazer de você uma pessoa melhor…
Não se preocupe com as marteladas da vida, ou as provas de fogo a que é submetido.
Ele está trabalhando seu caráter.
Ainda bem, que Ele nunca vai desistir de nós !

UM PEDAÇO DE BOLO

As vezes nos perguntamos: “O que eu fiz pra merecer isso?” Ou…
“Por que Deus tinha que fazer isso justo comigo?”
Aqui vai uma belíssima explicação.
A filha dizia à Mãe como tudo ia errado. Ela não se saíra bem na prova de Matemática……O namorado resolveu terminar com ela e a sua melhor amiga estava de mudança para outra cidade.
Em horas de amargura, a mãe sabia que poderia agradar a filha preparando-lhe um bolo. Naquele momento não foi diferente. Abraçou a filha e levou-a à cozinha, conseguindo arrancar da moça um sorriso sincero.
Logo que a mãe separou os utensílios e ingredientes que usaria e os colocou na mesa, perguntou à filha:
- Querida, quer um pedaço de bolo? – Mas já, mamãe? É claro que quero. Seus bolos são deliciosos…
- Então está bem, respondeu a mãe. Tome um pouco desse óleo de cozinha! Assustada, a moça respondeu: – Credo, mãe!
Que tal então comer uns ovos crus, filha? – Que nojo…Mãe!
- Quer então um pouquinho de Farinha de Trigo ou Bicarbonato de Sódio? – Mãe, isso não presta!
A Mãe então respondeu: – É verdade, todas essas coisas parecem ruins sozinhas, mas quando as colocamos juntas, na medida certa…
…Elas fazem um bolo delicioso!
Deus trabalha do mesmo jeito. Às vezes a gente se pergunta por que Ele quis que nós passássemos por momentos difíceis, mas Deus sabe que quando Ele põe todas essas coisas na ordem exata, elas sempre nos farão bem. A gente só precisa confiar nele e todas essas coisas ruins se tornarão algo fantástico!
Deus é louco por você. Ele te manda flores em todas as Primaveras…
…O nascer o Sol todas as manhãs…
… E sempre que você quiser conversar, Ele vai te ouvir!
Ele pode viver em qualquer lugar do universo, e Ele escolheu o seu coração!

O SOLDADO

Esta história é sobre um soldado que finalmente estava voltando para casa depois de ter lutado no Vietnã.  Ele ligou para seus pais.

- Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas tenho um favor a pedir. Eu tenho um amigo e gostaria de trazer comigo.

Claro, eles responderam, nós adoraríamos conhecê-lo!!!

Há algo que vocês precisam saber,  continuou o filho,  ele foi terrivelmente ferido na luta; ele pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. Ele não tem nenhum lugar para ir e por isso eu quero que ele venha morar conosco.

Eu sinto muito em ouvir isso filho, nós talvez possamos ajudá-lo a encontrar um lugar para morar.

Não, mamãe e papai, eu quero que ele venha morar conosco.

Filho, disse o pai, você não sabe o que está pedindo. Alguém com tanta dificuldade seria um grande fardo para nós. Nós temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que uma coisa como esta interfira em nosso modo de viver. Acho que voc6e deveria voltar para casa e esquecer o rapaz. Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo.

Neste momento, o filho bateu o telefone. Os pais não ouviram mais nenhuma palavra dele.

Alguns dias depois, no entanto, eles receberam um telefonema da polícia de São Francisco. O filho deles havia morrido depois de Ter caído de um prédio.

A polícia acreditava em suicídio.

Os pais angustiados voaram para São Francisco e foram levados para o necrotério a fim de identificar o corpo do filho. Eles o reconheceram, mas para seu horror, descobriram algo que desconheciam: o filho tinha apenas um braço e uma perna. Os pais, nesta história são como muitos de nós. Achamos fácil amar aqueles que são bonitos ou divertidos, mas, não gostamos de pessoas que nos incomodam ou nos fazer sentir desconfortáveis. De preferência, ficamos longe destas e de outras que não são saudáveis, bonitas ou espertas como nós somos. Graças a DEUS, há alguém que não nos trata desta maneira. Alguém que nos ama com um amor incondicional, que nos acolhe dentro de uma só família.

Esta noite, antes de nos recolhermos, façamos uma pequena prece para que DEUS nos de a força que precisamos para aceitar as pessoas como elas são, e ajudar a todos a compreender aqueles que são diferentes de nós. Há um milagre chamado AMIZADE, que mora em nosso coração. Você não sabe como ele acontece ou quando surge. Mas, voc6e sabe que este sentimento especial aflora e você percebe que a AMIZADE é o presente mais precioso de DEUS. Amigos são como jóias raras. Eles fazem você sorrir e lhe encorajam para o sucesso. Eles nos emprestam um ouvido, compartilham uma palavra de incentivo e estão sempre com o coração aberto para nós. Mostre aos seus amigos o quanto você se importa e é grato a eles…

O CHEQUE ESCONDIDO

Era um vez um rapaz que ia muito mal na escola.
Suas notas e comportamento eram uma decepção para seus pais que, como bons cristãos sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.

Um belo dia, o bom pai lhe propôs um acordo: se você, meu filho, mudar de comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a universidade de medicina, lhe darei então um carro de presente.

Por causa do carro, o rapaz mudou da água para o vinho. Passou a estudar como nunca e a Ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel. Isso era mau!

Assim, o grande dia chegou! Fora aprovado para o curso de medicina! Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração.
O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel.

Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou as mãos uma caixa de presente.
Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote. Para sua surpresa era uma bíblia.

O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse. A partir daquele dia o silêncio e distância separavam pai e filho. O jovem se sentia traído e, agora, lutava para ser independente.

Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade.
Raramente mandava notícias a família. O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai.

Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão. Até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu, faleceu. No enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, a bíblia que teria sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás.
De volta a sua casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, quando colocou o livro
numa estante, notou que havia um envelope dentro dele. Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A carta dizia:
“Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro, eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha aquele carro que lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor, a Bíblia Sagrada. Nela aprenderás o amor de Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência”.

Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto. Como é triste a vida dos que não sabem perdoar. Isso leva a erros terríveis e a um fim ainda pior.
Antes que seja tarde, perdoe aquele a quem você pensa ter lhe feito mal. Talvez se olhar com cuidado, verá que há também um “cheque escondido” em todas as
diversidades da vida.

RETRATO DE MÃE

Uma simples mulher existe que,
pela imensidão do seu amor,
tem um pouco de Deus,
e pela constância de sua dedicação
tem um pouco de anjo;
que, sendo moça, pensa como uma anciã
e, sendo velha,
age com todas as forças da juventude;
quando ignorante,
melhor que qualquer sábio
desvenda os segredos da natureza,
e, quando sábia,
assume a simplicidade das crianças.

Pobre, sabe enriquecer-se com a felicidade dos
que ama e, rica, empobrecer-se para que seu
coração não sangre, ferido pelos ingratos.

Forte, entretanto, estremece ao choro duma
criancinha, e fraca, não se altera
com a bravura dos leões.

Viva, não sabemos lhe dar o valor
porque à sua sombra todas as dores se apagam.

Morta, tudo o que somos e tudo que temos
daríamos para vê-la de novo,
e receber um aperto de seus braços
e uma palavra de seus lábios.

Não exijam de mim que diga o nome dessa mulher,
se não quiserem que ensope de lágrimas este álbum:
porque eu a vi passar no meu caminho.

Quando crescerem seus filhos,
leiam para eles esta página.
Eles lhe cobrirão de beijos a fronte,
e dirão que um pobre viandante,
em troca de suntuosa hospedagem recebida,
aqui deixou para todos o retrato de sua própria MÃE.

AS SETE VERDADES DO BAMBÚ

Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:
Vovô corre aqui! Me explica como essa figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para balançar seu tronco se quebrou, caiu com o vento e com a chuva… este bambu é tão fraco e continua de pé?
Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina sete coisas. Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.
A primeira verdade que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.
Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.
Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.
A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.
A quinta verdade é que o bambu é cheio de ? nós? ( e não de eus ). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.
A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.
Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é exatamente o título do livro: ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto.
Essa é a sua meta.

PORCO ESPINHO

…durante uma era glacial bem remota, quando parte de nosso planeta se achava coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram.

Morreram indefesos por não se adaptarem às condições do clima hostil. Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, a juntar-se mais e mais. Bem próximos um do outro, cada qual podia sentir o calor do corpo do outro. E assim bem juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente. Assim aquecidos, conseguiram enfrentar por mais tempo aquele inverno terrível. Vida ingrata, porém… os espinhos de cada um começaram a incomodar, a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor. Feridos, magoados e sofridos, começaram a afastar-se. Por não suportarem mais os espinhos de seus semelhantes, eles se dispersaram. Novo problema: afastados, separados, começaram a morrer congelados. Os que sobreviveram ao frio voltaram a se aproximar, pouco a pouco. Com jeito e precaução. Unidos novamente, mas cada qual conservando uma certa distância um do outro. Distância mínima, mas suficiente para conviver, sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos. Assim agindo, eles resistiram à longa era glacial. Apesar do frio e dos problemas, conseguiram sobreviver. Viver não consiste em respirar, mas em agir, e nada de grandioso se consegue sem uma forte vontade e uma grande parcela de amor, para podermos superar as nossas dificuldades e as nossas limitações. As vezes os espinhos que outras pessoas possuem nos incomodam, mas temos que tentar conviver com os nossos espinhos e os de outras pessoas que nos são caras.

LENÇOL SUJO

Um casal, recém casados, mudou-se para um bairro muito tranquilo.
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, amulher reparou através da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal!
Provavelmente está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
marido observou calado.
Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:
- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis brancos, alvissimamente brancos, sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
- Veja ! Ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha ensinou !? Porque , não fui eu que a ensinei.
O marido calmamente respondeu:
- Não, é que hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!
E assim é.
Tudo depende da janela através da qual observamos os fatos.
Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações.
Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos.
Só assim poderemos ter real noção do real valor de nossos amigos.
Lave sua vidraça.
Abra sua janela.
“Tire primeiro a trave do seu olho, e então verás claramente para tirar o cisco do olho do teu irmão” (Mateus 7:5)

Deus te abençoe !

Categoria: Mensagens.

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